PL MIRA PRESIDÊNCIA DA ASSEMBLEIA E DEVE ENFRENTAR DISPUTA COM VETERANOS
Partido busca ampliar bancada na eleição de 2026, enquanto deputados e ex-presidentes da Casa aparecem nas articulações para o comando da próxima Mesa Diretora.
Campo Grande (MS) – 11 de agosto de 2026. As eleições ainda não foram realizadas, mas a composição da próxima Mesa Diretora da Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul (ALEMS) já movimenta os bastidores políticos. O Partido Liberal (PL), presidido no Estado pelo ex-governador Reinaldo Azambuja, pretende ampliar sua representação e chegar à próxima legislatura com força para reivindicar a presidência da Casa.
Segundo o Investiga MS, a estratégia de Azambuja passa pela formação da maior bancada na Assembleia. Caso o objetivo seja alcançado nas urnas, a direção partidária pretende colocar a presidência do Legislativo entre as prioridades das negociações políticas para o próximo mandato.
Na atual legislatura, o comando da Casa está com Gerson Claro (PP). A Mesa Diretora tem Paulo Corrêa (PL) como primeiro-secretário e Pedro Kemp (PT) como segundo-secretário. Londres Machado (PP), por sua vez, exerce a liderança do Governo na Assembleia.
DISPUTA REÚNE NOMES EXPERIENTES
A pretensão do PL, no entanto, deve enfrentar concorrência. Entre os nomes apontados nas articulações está Londres Machado, um dos parlamentares mais experientes do Legislativo estadual e que disputa novo mandato em 2026. Caso seja reeleito, chegará à sua 14ª legislatura como deputado estadual.
Pedro Caravina (PSDB) também aparece entre os interessados no comando da Assembleia. O parlamentar é próximo ao governador Eduardo Riedel e, segundo a matéria original, pretende entrar na disputa caso ambos sejam reconduzidos aos respectivos cargos. No PL, Coronel David é outro nome citado para a sucessão. Reportagens recentes também apontam Caravina e Coronel David entre os parlamentares envolvidos nas articulações pela presidência da próxima legislatura.
O cenário pode ganhar ainda mais peso com o retorno de políticos que já tiveram longa passagem pelo Legislativo. André Puccinelli (MDB), ex-governador de Mato Grosso do Sul, disputa uma cadeira de deputado estadual. Jerson Domingos (União Brasil), ex-presidente da Assembleia, também teve candidatura ao Legislativo estadual oficializada.
Jerson já comandou a Assembleia em legislaturas anteriores. Entre os atuais parlamentares, Junior Mochi (MDB), que busca a reeleição, também possui experiência na presidência da Casa, função que exerceu em mandatos anteriores.
Outros nomes conhecidos da política estadual também estão na disputa pelas cadeiras da ALEMS. Entre eles estão os ex-deputados Eduardo Rocha e Ângelo Guerreiro, ambos integrantes da chapa da Federação PSDB/Cidadania para deputado estadual.
MESA DIRETORA TAMBÉM ENTRA NAS ARTICULAÇÕES
Além da presidência, outros postos da Mesa Diretora devem fazer parte das negociações depois das eleições. Gerson Claro, atual presidente, deverá continuar tendo influência nas articulações caso seja reeleito deputado estadual, enquanto a primeira secretaria, atualmente ocupada por Paulo Corrêa, também representa uma posição estratégica na estrutura administrativa da Casa.
A definição do próximo comando da Assembleia dependerá, sobretudo, da composição das bancadas formada pelas urnas e dos acordos políticos entre os deputados eleitos. Até lá, nomes de diferentes partidos devem continuar buscando espaço nas negociações para os principais cargos do Legislativo estadual.
O Fatos & Rumores continuará acompanhando as eleições de 2026 e as articulações em torno da futura composição da Mesa Diretora da Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul.
Com informações do Investiga MS













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